Apresentação:
Equipe: Ana Camile Assis , Esther Andrade , Ingrid Oliveira, Mariana Leite, Raissa Barberino, Raquel Barbosa, Tainara Moraes, Leticia Tavares. Professor: Igor Cruz , História. Há 50 anos, os pracinhas da FEB (força expedicionária brasileira) e da FAB (força aérea brasileira) se aliaram e chegaram ao cume do Monte Castello na Itália, onde atuaram juntos e impunham uma difícil derrota aos alemães, no fim da Segunda Guerra Mundial. Você vai ver, a seguir, fotos, vídeos e acompanhar toda a sua história.
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Conclusão da FAB e FEB na Segunda Guerra Mundial (texto autoria do grupo):
A participação militar brasileira foi importante na Segunda Guerra Mundial, pois foram enviados em 1944 a favor dos aliados (EUA, Inglaterra, França e URSS) contribuindo para a derrota nazista na Itália. A FAB (força aérea brasileira) e a FEB (força expedicionária brasileira) perderam centenas e soldados, mais saíram vitoriosos, após terem ajudado na tomada do Monte Castelo Turin, Montese e outras cidades.
A participação militar brasileira foi importante na Segunda Guerra Mundial, pois foram enviados em 1944 a favor dos aliados (EUA, Inglaterra, França e URSS) contribuindo para a derrota nazista na Itália. A FAB (força aérea brasileira) e a FEB (força expedicionária brasileira) perderam centenas e soldados, mais saíram vitoriosos, após terem ajudado na tomada do Monte Castelo Turin, Montese e outras cidades.
Passagem do livro sobre FAB e FEB
A participação brasileira na segunda guerra mundial foi se comparada a de outras nações, mas obteve significativas vitórias contra a Itália. Criou-se uma situação ambígua: Os militares da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e da Força Aérea Brasileira (FAB) representavam o país na luta contra o totalitarismo, ao mesmo tempo, aqui se vivia uma ditadura de característica fascistas. O Brasil participou da Segunda Guerra Mundial de setembro de 1944 a maio de 1945.
A participação brasileira na segunda guerra mundial foi se comparada a de outras nações, mas obteve significativas vitórias contra a Itália. Criou-se uma situação ambígua: Os militares da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e da Força Aérea Brasileira (FAB) representavam o país na luta contra o totalitarismo, ao mesmo tempo, aqui se vivia uma ditadura de característica fascistas. O Brasil participou da Segunda Guerra Mundial de setembro de 1944 a maio de 1945.
Criação da FAB
A criação da Força Aérea Real (Reino Unido) em 1918, da Força Aérea Italiana (Regia
Aeronautica) e da Força Aérea da França durante a década de 1920, levou a ideia de unir o
poder aéreo brasileiro sob a mesma organização. Juntamente com esses eventos, os
estrategistas brasileiros também foram influenciados pelas teorias de Giulio Douhet, Billy
Mitchell e Hugh Montague Trenchard.
O primeiro manifesto público para criar um serviço aéreo militar integrado surgiu em 1928,
quando um major do exército chamado Lysias Rodrigues escreveu um artigo chamado
Uma necessidade premente: o Ministério do Ar. Dois anos mais tarde, a Missão Militar
Francesa, trabalhando para o Exército Brasileiro, deu os primeiros passos para organizar
um braço aéreo nacional. A ideia recebe maior apoio quando um grupo de aviadores
brasileiros vieram da Itália em 1934 e explicaram as vantagens de se ter uma aviação
militar unificada.
Um dos principais defensores do plano para criar uma força aérea independente foi o então
presidente Getúlio Vargas. Ele organizou um grupo de estudos no início de 1940 e toda a
estrutura do Ministério da Aeronáutica foi criada no final desse ano. Esta nova agência
governamental era a responsável por todos os aspectos da aviação civil e militar, incluindo
regulação, infraestrutura e organização
A criação da Força Aérea Real (Reino Unido) em 1918, da Força Aérea Italiana (Regia
Aeronautica) e da Força Aérea da França durante a década de 1920, levou a ideia de unir o
poder aéreo brasileiro sob a mesma organização. Juntamente com esses eventos, os
estrategistas brasileiros também foram influenciados pelas teorias de Giulio Douhet, Billy
Mitchell e Hugh Montague Trenchard.
O primeiro manifesto público para criar um serviço aéreo militar integrado surgiu em 1928,
quando um major do exército chamado Lysias Rodrigues escreveu um artigo chamado
Uma necessidade premente: o Ministério do Ar. Dois anos mais tarde, a Missão Militar
Francesa, trabalhando para o Exército Brasileiro, deu os primeiros passos para organizar
um braço aéreo nacional. A ideia recebe maior apoio quando um grupo de aviadores
brasileiros vieram da Itália em 1934 e explicaram as vantagens de se ter uma aviação
militar unificada.
Um dos principais defensores do plano para criar uma força aérea independente foi o então
presidente Getúlio Vargas. Ele organizou um grupo de estudos no início de 1940 e toda a
estrutura do Ministério da Aeronáutica foi criada no final desse ano. Esta nova agência
governamental era a responsável por todos os aspectos da aviação civil e militar, incluindo
regulação, infraestrutura e organização
A FAB na Segunda Guerra Mundial - Aviação de Patrulha
Com a entrada do Brasil na guerra, foi necessário reorganizar as forças armadas com grande urgência.
Até aquele momento, a aviação militar no país estava dividida entre o corpo de aviação da marinha e o corpo de aviação do exército. Em 1941, o Presidente Vargas assinou o decreto que criava a Força Aérea Brasileira e que ordenava que todas as aeronaves pertencentes às duas armas deveriam ser transferidas imediatamente para a nova força.
A nova força já nasceu com uma árdua missão de patrulhar a costa do país. Missão para a qual na maioria das vezes só dispunha de biplanos Waco. Aos poucos a FAB começou a receber aeronaves mais modernas das que tinha a disposição. A começar pelos AT-6 que seriam fundamentais para o adestramento de novos pilotos e também para missões de patrulha armada da costa. Ao mesmo tempo, algumas aeronaves oriundas da PANAM e da Panair do Brasil foram requisitadas para a aviação de transporte, se somando a outras vindas dos Estados Unidos como os Lockheed Lodestar e Electra. O Brasil também recebeu alguns B-25 Mitchell novos e seminovos que logo se engajaram na patrulha da costa.
Nesse meio tempo, a FAB já estava operando aeronaves muito mais modernas das que tinha quando fora criada. Algumas desta passariam a fazer parte da cultura aeronáutica nacional nos anos futuros. Uma destas aeronaves era o PBY-5 Catalina. Um hidroavião que apesar de ter um projeto ainda dos anos 30, era um dos melhores tipos já construídos para esse tipo de missão.
‘Decreto de Criação da FEB’
FEB: “Verás que um Filho Teu Não Foge A Luta!”.
Em 09 de agosto de 1943, a Portaria Ministerial Nº 4744, criava a Força Expedicionária Brasileira – FEB. Tinha início naquele momento a mais briosa ação que uma nação ruralizada e subdesenvolvida iria empreender para formar uma tropa combativa contra aqueles que eram considerados os melhores soldados do mundo.
A Força Expedicionária Brasileira, conhecida pela sigla FEB, foi a força militar brasileira de 25.334 homens que foi responsável pela participação brasileira ao lado dos Aliados na Campanha da Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Constituída principalmente por uma divisão de infantaria, historicamente é considerada o conjunto de todas as forças militares brasileiras que participaram daquela campanha. Distintivo da FEB, 1944. Nome dado à força militar brasileira constituída em 9 de agosto de 1943 para lutar na Europa ao lado dos países Aliados, contra os países do Eixo, na Segunda Guerra Mundial. Integrada inicialmente por uma divisão de infantaria, a FEB acabou por abranger todas as tropas brasileiras envolvidas no conflito.
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