segunda-feira, 3 de agosto de 2015

A FAB na Segunda Guerra Mundial - Aviação de Patrulha


Com a entrada do Brasil na guerra, foi necessário reorganizar as forças armadas com grande urgência.
Até aquele momento, a aviação militar no país estava dividida entre o corpo de aviação da marinha e o corpo de aviação do exército. Em 1941, o Presidente Vargas assinou o decreto que criava a Força Aérea Brasileira e que ordenava que todas as aeronaves pertencentes às duas armas deveriam ser transferidas imediatamente para a nova força.
A nova força já nasceu com uma árdua missão de patrulhar a costa do país. Missão para a qual na maioria das vezes só dispunha de biplanos Waco. Aos poucos a FAB começou a receber aeronaves mais modernas das que tinha a disposição. A começar pelos AT-6 que seriam fundamentais para o adestramento de novos pilotos e também para missões de patrulha armada da costa. Ao mesmo tempo, algumas aeronaves oriundas da PANAM e da Panair do Brasil foram requisitadas para a aviação de transporte, se somando a outras vindas dos Estados Unidos como os Lockheed Lodestar e Electra. O Brasil também recebeu alguns B-25 Mitchell novos e seminovos que logo se engajaram na patrulha da costa.
Nesse meio tempo, a FAB já estava operando aeronaves muito mais modernas das que tinha quando fora criada. Algumas desta passariam a fazer parte da cultura aeronáutica nacional nos anos futuros. Uma destas aeronaves era o PBY-5 Catalina. Um hidroavião que apesar de ter um projeto ainda dos anos 30, era um dos melhores tipos já construídos para esse tipo de missão.

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