Apresentação:
Equipe: Ana Camile Assis , Esther Andrade , Ingrid Oliveira, Mariana Leite, Raissa Barberino, Raquel Barbosa, Tainara Moraes, Leticia Tavares. Professor: Igor Cruz , História. Há 50 anos, os pracinhas da FEB (força expedicionária brasileira) e da FAB (força aérea brasileira) se aliaram e chegaram ao cume do Monte Castello na Itália, onde atuaram juntos e impunham uma difícil derrota aos alemães, no fim da Segunda Guerra Mundial. Você vai ver, a seguir, fotos, vídeos e acompanhar toda a sua história.
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Conclusão da FAB e FEB na Segunda Guerra Mundial (texto autoria do grupo):
A participação militar brasileira foi importante na Segunda Guerra Mundial, pois foram enviados em 1944 a favor dos aliados (EUA, Inglaterra, França e URSS) contribuindo para a derrota nazista na Itália. A FAB (força aérea brasileira) e a FEB (força expedicionária brasileira) perderam centenas e soldados, mais saíram vitoriosos, após terem ajudado na tomada do Monte Castelo Turin, Montese e outras cidades.
A participação militar brasileira foi importante na Segunda Guerra Mundial, pois foram enviados em 1944 a favor dos aliados (EUA, Inglaterra, França e URSS) contribuindo para a derrota nazista na Itália. A FAB (força aérea brasileira) e a FEB (força expedicionária brasileira) perderam centenas e soldados, mais saíram vitoriosos, após terem ajudado na tomada do Monte Castelo Turin, Montese e outras cidades.
Passagem do livro sobre FAB e FEB
A participação brasileira na segunda guerra mundial foi se comparada a de outras nações, mas obteve significativas vitórias contra a Itália. Criou-se uma situação ambígua: Os militares da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e da Força Aérea Brasileira (FAB) representavam o país na luta contra o totalitarismo, ao mesmo tempo, aqui se vivia uma ditadura de característica fascistas. O Brasil participou da Segunda Guerra Mundial de setembro de 1944 a maio de 1945.
A participação brasileira na segunda guerra mundial foi se comparada a de outras nações, mas obteve significativas vitórias contra a Itália. Criou-se uma situação ambígua: Os militares da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e da Força Aérea Brasileira (FAB) representavam o país na luta contra o totalitarismo, ao mesmo tempo, aqui se vivia uma ditadura de característica fascistas. O Brasil participou da Segunda Guerra Mundial de setembro de 1944 a maio de 1945.
Criação da FAB
A criação da Força Aérea Real (Reino Unido) em 1918, da Força Aérea Italiana (Regia
Aeronautica) e da Força Aérea da França durante a década de 1920, levou a ideia de unir o
poder aéreo brasileiro sob a mesma organização. Juntamente com esses eventos, os
estrategistas brasileiros também foram influenciados pelas teorias de Giulio Douhet, Billy
Mitchell e Hugh Montague Trenchard.
O primeiro manifesto público para criar um serviço aéreo militar integrado surgiu em 1928,
quando um major do exército chamado Lysias Rodrigues escreveu um artigo chamado
Uma necessidade premente: o Ministério do Ar. Dois anos mais tarde, a Missão Militar
Francesa, trabalhando para o Exército Brasileiro, deu os primeiros passos para organizar
um braço aéreo nacional. A ideia recebe maior apoio quando um grupo de aviadores
brasileiros vieram da Itália em 1934 e explicaram as vantagens de se ter uma aviação
militar unificada.
Um dos principais defensores do plano para criar uma força aérea independente foi o então
presidente Getúlio Vargas. Ele organizou um grupo de estudos no início de 1940 e toda a
estrutura do Ministério da Aeronáutica foi criada no final desse ano. Esta nova agência
governamental era a responsável por todos os aspectos da aviação civil e militar, incluindo
regulação, infraestrutura e organização
A criação da Força Aérea Real (Reino Unido) em 1918, da Força Aérea Italiana (Regia
Aeronautica) e da Força Aérea da França durante a década de 1920, levou a ideia de unir o
poder aéreo brasileiro sob a mesma organização. Juntamente com esses eventos, os
estrategistas brasileiros também foram influenciados pelas teorias de Giulio Douhet, Billy
Mitchell e Hugh Montague Trenchard.
O primeiro manifesto público para criar um serviço aéreo militar integrado surgiu em 1928,
quando um major do exército chamado Lysias Rodrigues escreveu um artigo chamado
Uma necessidade premente: o Ministério do Ar. Dois anos mais tarde, a Missão Militar
Francesa, trabalhando para o Exército Brasileiro, deu os primeiros passos para organizar
um braço aéreo nacional. A ideia recebe maior apoio quando um grupo de aviadores
brasileiros vieram da Itália em 1934 e explicaram as vantagens de se ter uma aviação
militar unificada.
Um dos principais defensores do plano para criar uma força aérea independente foi o então
presidente Getúlio Vargas. Ele organizou um grupo de estudos no início de 1940 e toda a
estrutura do Ministério da Aeronáutica foi criada no final desse ano. Esta nova agência
governamental era a responsável por todos os aspectos da aviação civil e militar, incluindo
regulação, infraestrutura e organização
A FAB na Segunda Guerra Mundial - Aviação de Patrulha
Com a entrada do Brasil na guerra, foi necessário reorganizar as forças armadas com grande urgência.
Até aquele momento, a aviação militar no país estava dividida entre o corpo de aviação da marinha e o corpo de aviação do exército. Em 1941, o Presidente Vargas assinou o decreto que criava a Força Aérea Brasileira e que ordenava que todas as aeronaves pertencentes às duas armas deveriam ser transferidas imediatamente para a nova força.
A nova força já nasceu com uma árdua missão de patrulhar a costa do país. Missão para a qual na maioria das vezes só dispunha de biplanos Waco. Aos poucos a FAB começou a receber aeronaves mais modernas das que tinha a disposição. A começar pelos AT-6 que seriam fundamentais para o adestramento de novos pilotos e também para missões de patrulha armada da costa. Ao mesmo tempo, algumas aeronaves oriundas da PANAM e da Panair do Brasil foram requisitadas para a aviação de transporte, se somando a outras vindas dos Estados Unidos como os Lockheed Lodestar e Electra. O Brasil também recebeu alguns B-25 Mitchell novos e seminovos que logo se engajaram na patrulha da costa.
Nesse meio tempo, a FAB já estava operando aeronaves muito mais modernas das que tinha quando fora criada. Algumas desta passariam a fazer parte da cultura aeronáutica nacional nos anos futuros. Uma destas aeronaves era o PBY-5 Catalina. Um hidroavião que apesar de ter um projeto ainda dos anos 30, era um dos melhores tipos já construídos para esse tipo de missão.
‘Decreto de Criação da FEB’
FEB: “Verás que um Filho Teu Não Foge A Luta!”.
Em 09 de agosto de 1943, a Portaria Ministerial Nº 4744, criava a Força Expedicionária Brasileira – FEB. Tinha início naquele momento a mais briosa ação que uma nação ruralizada e subdesenvolvida iria empreender para formar uma tropa combativa contra aqueles que eram considerados os melhores soldados do mundo.
A Força Expedicionária Brasileira, conhecida pela sigla FEB, foi a força militar brasileira de 25.334 homens que foi responsável pela participação brasileira ao lado dos Aliados na Campanha da Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Constituída principalmente por uma divisão de infantaria, historicamente é considerada o conjunto de todas as forças militares brasileiras que participaram daquela campanha. Distintivo da FEB, 1944. Nome dado à força militar brasileira constituída em 9 de agosto de 1943 para lutar na Europa ao lado dos países Aliados, contra os países do Eixo, na Segunda Guerra Mundial. Integrada inicialmente por uma divisão de infantaria, a FEB acabou por abranger todas as tropas brasileiras envolvidas no conflito.
Atuação da FEB na Segunda Guerra Mundial
A FEB foi composta por 25 mil jovens brasileiros, transformados em soldados-cidadãos para combater as forças do Eixo na campanha da Itália, entre 1944 e 1945, a única força combatente da América Latina na Europa. “Com a convocação para a FEB, mais de 20 mil famílias foram diretamente afetadas pela guerra”, diz o pesquisador. A proposta de sua criação surgiu em meados de 1943 como um grandioso projeto governamental, que pretendia colher resultados estratégicos, modernizar o Exército brasileiro e adquirir experiência necessária para lutar contra inimigos internos e externos, imaginários ou não, segundo os militares.
“A FEB foi o núcleo de um projeto político que deveria fortalecer as Forças Armadas e dar ao Brasil uma posição de importância global como aliado dos Estados Unidos. O problema foi fazer os americanos pensarem o mesmo”, explica Letícia Pinheiro, professora do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio. “No auge de seu esforço de guerra, os Aliados não queriam um parceiro que precisava ser vestido, alimentado, treinado e municiado, como o Brasil, e tentou-se desestimular as pretensões brasileiras. Mas o governo de Vargas insistiu no envio de uma força expedicionária para melhorar sua posição internacional na mesa de negociações do pós-guerra”, afirma o historiador Francisco César Ferraz, professor da Universidade Estadual de Londrina. As Forças Armadas, porém, não estavam preparadas para organizar uma expedição e os poucos oficiais com experiência de combate tinham lutado pela última vez em 1932. “A instrução do Exército era baseada na doutrina militar francesa de 1914, já ultrapassada, uma abordagem científica da guerra que, na Itália, se chocaria com uma realidade de incertezas, de necessidade de improvisação e de rápida tomada de decisões pelos oficiais”, diz Campiani.
Fonte:
A FEB foi composta por 25 mil jovens brasileiros, transformados em soldados-cidadãos para combater as forças do Eixo na campanha da Itália, entre 1944 e 1945, a única força combatente da América Latina na Europa. “Com a convocação para a FEB, mais de 20 mil famílias foram diretamente afetadas pela guerra”, diz o pesquisador. A proposta de sua criação surgiu em meados de 1943 como um grandioso projeto governamental, que pretendia colher resultados estratégicos, modernizar o Exército brasileiro e adquirir experiência necessária para lutar contra inimigos internos e externos, imaginários ou não, segundo os militares.
“A FEB foi o núcleo de um projeto político que deveria fortalecer as Forças Armadas e dar ao Brasil uma posição de importância global como aliado dos Estados Unidos. O problema foi fazer os americanos pensarem o mesmo”, explica Letícia Pinheiro, professora do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio. “No auge de seu esforço de guerra, os Aliados não queriam um parceiro que precisava ser vestido, alimentado, treinado e municiado, como o Brasil, e tentou-se desestimular as pretensões brasileiras. Mas o governo de Vargas insistiu no envio de uma força expedicionária para melhorar sua posição internacional na mesa de negociações do pós-guerra”, afirma o historiador Francisco César Ferraz, professor da Universidade Estadual de Londrina. As Forças Armadas, porém, não estavam preparadas para organizar uma expedição e os poucos oficiais com experiência de combate tinham lutado pela última vez em 1932. “A instrução do Exército era baseada na doutrina militar francesa de 1914, já ultrapassada, uma abordagem científica da guerra que, na Itália, se chocaria com uma realidade de incertezas, de necessidade de improvisação e de rápida tomada de decisões pelos oficiais”, diz Campiani.
Fonte:
sábado, 1 de agosto de 2015
Significado das Siglas- FAB & FEB.
A FEB – Força Expedicionária Brasileira foi uma força militar do Brasil que lutou na Segunda Guerra Mundial, mais precisamente na Itália. A força teve como lema “A cobra está fumando” já que havia um ditado popular na época que dizia que era mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na guerra.
Ela foi criada em 1943 e extinta em 1945, ou seja, teve função pontual de atuar no conflito apenas e saiu vitoriosa junto com os aliados, embora o conceito de vitorioso em uma guerra nem sempre é uma expressão feliz, pois a guerra é um horror. Contudo os aliados conseguiram deter o ditador Adolf Hitler e seus aliados.
FAB – Força Aérea Brasileira
Já a sigla FAB significa Força Aérea Brasileira e é o braço aéreo das forças armadas no Brasil subordinada ao Ministério da Defesa. Tem a missão de defender a pátria, especialmente o espaço aéreo brasileiro.
Ela foi criada em 1943 e extinta em 1945, ou seja, teve função pontual de atuar no conflito apenas e saiu vitoriosa junto com os aliados, embora o conceito de vitorioso em uma guerra nem sempre é uma expressão feliz, pois a guerra é um horror. Contudo os aliados conseguiram deter o ditador Adolf Hitler e seus aliados.
FAB – Força Aérea Brasileira
Já a sigla FAB significa Força Aérea Brasileira e é o braço aéreo das forças armadas no Brasil subordinada ao Ministério da Defesa. Tem a missão de defender a pátria, especialmente o espaço aéreo brasileiro.
Durante o Estado Novo (1937 – 1945), o governo brasileiro viveu a instalação de um regime ditatorial comandado por Getúlio Vargas. Nesse mesmo período, as grandes potências mundiais entraram em confronto na Segunda Guerra, onde observamos a cisão entre os países totalitários (Alemanha, Japão e Itália) e as nações democráticas (Estados Unidos, França e Inglaterra). Ao longo do conflito, cada um desses grupos em confronto buscou apoio político-militar de outras nações aliadas.
Com relação à Segunda Guerra Mundial, a situação do Brasil se mostrava completamente indefinida. Ao mesmo tempo em que Vargas contraía empréstimos com os Estados Unidos, comandava um governo próximo aos ditames experimentados pelo totalitarismo nazi-fascista. Dessa maneira, as autoridades norte-americanas viam com preocupação a possibilidade de o Brasil apoiar os nazistas cedendo pontos estratégicos que poderiam, por exemplo, garantir a vitória do Eixo no continente africano.
A preocupação norte-americana, em pouco tempo, proporcionou a Getúlio Vargas a liberação de um empréstimo de 20 milhões de dólares para a construção da Usina de Volta Redonda. No ano seguinte, os Estados Unidos entraram nos campos de batalha da Segunda Guerra e, com isso, pressionou politicamente para que o Brasil entrasse com suas tropas ao seu lado. Pouco tempo depois, o afundamento de navegações brasileiras por submarinos alemães gerou vários protestos contra as forças nazistas.
Dessa maneira, Getúlio Vargas declarou guerra contra os italianos e alemães em agosto de 1942. Politicamente, o país buscava ampliar seu prestígio junto ao EUA e reforçar sua aliança política com os militares. No ano de 1943, foi organizada a Força Expedicionária Brasileira (FEB), destacamento militar que lutava na Segunda Guerra Mundial. Somente quase um ano depois as tropas começaram a ser enviadas, inclusive com o auxílio da Força Aérea Brasileira (FAB).
A principal ação militar brasileira aconteceu principalmente na organização da campanha da Itália, onde os brasileiros foram para o combate ao lado das forças estadunidenses. Nesse breve período de tempo, mais de 25 mil soldados brasileiros foram enviados para a Europa. Apesar de entrarem em conflito com forças nazistas de segunda linha, o desempenho da FEB e da FAB foi considerado satisfatório, com a perda de 943 homens.
Com relação à Segunda Guerra Mundial, a situação do Brasil se mostrava completamente indefinida. Ao mesmo tempo em que Vargas contraía empréstimos com os Estados Unidos, comandava um governo próximo aos ditames experimentados pelo totalitarismo nazi-fascista. Dessa maneira, as autoridades norte-americanas viam com preocupação a possibilidade de o Brasil apoiar os nazistas cedendo pontos estratégicos que poderiam, por exemplo, garantir a vitória do Eixo no continente africano.
A preocupação norte-americana, em pouco tempo, proporcionou a Getúlio Vargas a liberação de um empréstimo de 20 milhões de dólares para a construção da Usina de Volta Redonda. No ano seguinte, os Estados Unidos entraram nos campos de batalha da Segunda Guerra e, com isso, pressionou politicamente para que o Brasil entrasse com suas tropas ao seu lado. Pouco tempo depois, o afundamento de navegações brasileiras por submarinos alemães gerou vários protestos contra as forças nazistas.
Dessa maneira, Getúlio Vargas declarou guerra contra os italianos e alemães em agosto de 1942. Politicamente, o país buscava ampliar seu prestígio junto ao EUA e reforçar sua aliança política com os militares. No ano de 1943, foi organizada a Força Expedicionária Brasileira (FEB), destacamento militar que lutava na Segunda Guerra Mundial. Somente quase um ano depois as tropas começaram a ser enviadas, inclusive com o auxílio da Força Aérea Brasileira (FAB).
A principal ação militar brasileira aconteceu principalmente na organização da campanha da Itália, onde os brasileiros foram para o combate ao lado das forças estadunidenses. Nesse breve período de tempo, mais de 25 mil soldados brasileiros foram enviados para a Europa. Apesar de entrarem em conflito com forças nazistas de segunda linha, o desempenho da FEB e da FAB foi considerado satisfatório, com a perda de 943 homens.
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Sugestões de leitura!
Abaixo, estão as sugestões de sites, filmes e livros que contam um pouco da história e participação da FAB e da FEB na Segunda Guerra Mundial.
- FAB www.fab.mil.br/
- http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-da-forca-aerea-brasileira.htm
- “ H-20! Vinte e Quatro Horas na Força Aérea Brasileira”. A publicação desse livro é um registro fotográfico que mostra variedade de ações empreendidas pela FAB, durante um dia, para cumprir sua missão constitucional de defender e controlar o espaço aéreo.
- “ Asas Antárticas”- a história do Brasil no continente gelado”: Conta os desafios do Esquadrão Gordo que realiza missões de apoio ao PROANTAR na Antártida.
FEB
- http://www.infoescola.com/segunda-guerra/forca-expedicionaria-brasileira/
- http://www.portalfeb.com.br/
- http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/anos37-45/OBrasilNaGuerra/FEB
- “Os últimos heróis” livro escrito por Matheus Araújo Prado, conta a história da Força Expedicionária Brasileira e a Segunda Guerra Mundial.
- Filme ‘'A montanha'’: Fala sobre os combatentes brasileiros da FEB que atuaram nos campos da Itália na luta contra o nazifascismo no período de 1944-1945.
Fotos raras da Segunda Guerra Mundial, quando a FAB E FEB atuaram juntas.
A FEB adotou
o lema ´´A cobra está fumando`` ,em respostas àqueles que consideravam mais
fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar em guerra.
O brasão da
FEB:
·
O fundo amarelo, a cobra verde, as letras brancas e o fundo em
azul, representam as cores da bandeira;
·
A borda vermelha significa a guerra.
·
A cobra fumando foi em resposta a um repórter carioca que dizia: “é mais fácil a cobra fumar do que o Brasil entrar na guerra“
Tropas da
FEB retornam para o Brasil:
A FEB perdeu 454 soldados que durante muitos anos permaneceram no cemintério de Pistóia ( Itália). Em outubro de 1960, suas cinzas foram tramsferidas para o Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, erguido no Rio de Janeiro, no recém criado Aterro do Flamengo.
A FEB perdeu 454 soldados que durante muitos anos permaneceram no cemintério de Pistóia ( Itália). Em outubro de 1960, suas cinzas foram tramsferidas para o Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, erguido no Rio de Janeiro, no recém criado Aterro do Flamengo.
Desembarque
na Itália
Acampamento
de soldados do 2° Escalão da FEB
O símbolo e
grito de guerra do 1° Grupo de Aviação
de Caça da FAB
O grito de guerra
"Senta a Púa" pode ser entendido também como "Senta o pau"
ou "Desce o porrete".
O avião que afundou o
submarino alemão U-199,foi batizado de Arará
O Catalina (modelo PBY-5) que atacou e afundou o
submarino alemão U-199, no dia 31 de julho de 1943, foi batizado como Arará,
em 28 de agosto de 1943, numa cerimônia realizada no aeroporto Santos Dumont, e
ganhou na fuselagem uma silhueta de submarino para marcar o feito.O nome Arará foi dado em homenagem a um dos navios
afundados pelo submarino alemão U-507.
Rampa da FAB
Força Aérea Brasileira
HISTÓRIA DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA
(FEB)
(FEB)
A FEB começa sua campanha na Itália contra eixo, na Segunda Guerra Mundial,nas montanhas do norte.
Foi a força militar brasileira de 25.334 homens que foi responsável pela participação brasileira ao lado dos Aliados na Campanha da Itália , durante a Segunda Guerra Mundial . Constituída principalmente por uma divisão de infantaria , historicamente é considerada o conjunto de todas as forças militares brasileiras que participaram daquela campanha. Adotou como lema "A cobra está fumando", em alusão ao que se dizia à época que seria "Mais fácil uma cobra fumar cachimbo do que o Brasil participar da guerra na Europa".
A FAB no Brasil
Com a entrada do Brasil na guerra, foi necessário reorganizar as forças armadas com grande urgência. Havia carência de tudo. Armas, veículos, equipamentos modernos e até mesmo uma doutrina adequada à realidade de uma guerra moderna. Nesse meio tempo, a FAB já estava operando aeronaves muito mais modernas das que quando fora criada.
Algumas desta passariam a fazer parte da cultura aeronautica nacional nos anos futuros. Uma destas aeronaves era o PBY-5 Catalina. Um hidroavião que apesar de ter um projeto ainda nos anos 30, era um dos melhores tipos já construidos para esse tipo de missão.
Algumas desta passariam a fazer parte da cultura aeronautica nacional nos anos futuros. Uma destas aeronaves era o PBY-5 Catalina. Um hidroavião que apesar de ter um projeto ainda nos anos 30, era um dos melhores tipos já construidos para esse tipo de missão.
Enquetes!
1)
Quais as informações que você mais gostaria de
saber sobre a Força Aérea Brasileira? Deixe seu comentário:
a)
Como ingressar
b)
Frotas
aéreas
c)
Qual o objetivo
2)
O Brasil teve uma participação efetiva na
Segunda Guerra Mundial (1939-1945) com o envio, para os campos de batalha, de
uma força militar conhecida como Força Expedicionária Brasileira (FEB). Você
concordou com a participação do Brasil? Deixe seu comentário.
a)
Sim
b) Não
c) Talvez
A participação do Brasil na II Guerra
Mundial-- Governo Vargas :O Brasil serviu como ponte aérea para o envio de grandes aeronaves dos EUA para
todas as frentes de batalha; forneceu alimentos e matérias-primas para o esforço industrial norte-americano; cooperou com o patrulhamento do Atlântico e ajudou a impedir o tráfego de navios e
submarinos do Eixo naquela área; Enviou uma divisão de infantaria para lutar na Itália. O destaque da FEB na tomada de Montese, em 14 de abril de 1945, que atraiu para si a
maior parte do fogo defensivo de artilharia do inimigo, aliviando consideravelmente a
pressão sobre a 10.ª Divisão de Montanha, que liderava a ofensiva. Brasileiros capturam em combate da 148.ª Divisão de Infantaria alemã e dos
remanescentes das Divisões Itália e Monte Rosa (que constituíam o chamado Exército da
Ligúria, última formação importante ainda em condições de combater na Itália). A
captura dessas formações ajudou a apressar o fim da guerra na Itália, que se deu poucos
dias depois. Em Natal (RN), estava instalada a maior base militar americana fora dos EUA.
Originalmente, os EUA pretendiam construir bases por todo o nosso continente para
impedir a invasão da região por parte do Eixo. Posteriormente, decidiram concentrar
seus esforços no Nordeste do Brasil porque por ali poderiam enviar aeronaves
diretamente para as frentes de luta.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
História da Fab- VÍDEO.
As origens da Força Aérea Brasileira (FAB) encontram-se ainda em 1908, com o desenvolvimento da aerostação militar, centro destinado a abrigar balões de reconhecimento. Isso acabou não ocorrendo porque o primeiro voo de um balão militar no Brasil terminou com a morte de seu tripulante, o Tenente Juventino da Fonseca, o que desencorajou os militares a continuarem com o projeto.
Os primeiros voos em aeronaves são de 1910, e o país ainda não tinha qualquer infraestrutura para organizar e registrar os primeiros aviadores. Assim, nossos primeiros pilotos tinham que obter seus brevês na França. VEJA ABAIXO:
terça-feira, 28 de julho de 2015
Equipe!
- Colégio: São José.
- Ana Camile
- Esther Barbosa
- Ingrid Oliveira
- Leticia Tavares
- Mariana Leite
- Raíssa Barberino
- Raquel Barbosa
- Tainara Moraes.
Disciplina: História. Professor: Igor Cruz.
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