segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Apresentação:

 Equipe: Ana Camile Assis ,  Esther Andrade , Ingrid Oliveira, Mariana Leite, Raissa Barberino, Raquel Barbosa, Tainara Moraes, Leticia Tavares. Professor: Igor Cruz , História. Há 50 anos, os pracinhas da FEB (força expedicionária brasileira) e da FAB (força aérea brasileira) se aliaram e chegaram ao cume do Monte Castello na Itália, onde atuaram juntos e impunham uma difícil derrota aos alemães, no fim da Segunda Guerra Mundial. Você vai ver, a seguir, fotos, vídeos e acompanhar toda a sua história.
Fontes de imagens: Google imagens.

Fonte de textos: Wikipédia, Brasil escola, Info escola.

Fonte de vídeos: Youtube. 
Conclusão da FAB e FEB na Segunda Guerra Mundial (texto autoria do grupo):

A participação militar brasileira foi importante na Segunda Guerra Mundial, pois foram enviados em 1944 a favor dos aliados (EUA, Inglaterra, França e URSS) contribuindo para a derrota nazista na Itália. A FAB (força aérea brasileira) e a FEB (força expedicionária brasileira) perderam centenas e soldados, mais saíram vitoriosos, após terem ajudado na tomada do Monte Castelo Turin, Montese e outras cidades.
Passagem do livro sobre FAB e FEB 

A participação brasileira na segunda guerra mundial foi se comparada a de outras nações, mas obteve significativas vitórias contra a Itália. Criou-se uma situação ambígua: Os militares da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e da Força Aérea Brasileira (FAB) representavam o país na luta contra o totalitarismo, ao mesmo tempo, aqui se vivia uma ditadura de característica fascistas. O Brasil participou da Segunda Guerra Mundial de setembro de 1944 a maio de 1945. 
Criação da FAB



A criação da Força Aérea Real (Reino Unido) em 1918, da Força Aérea Italiana (Regia 

Aeronautica) e da Força Aérea da França durante a década de 1920, levou a ideia de unir o 
poder aéreo brasileiro sob a mesma organização. Juntamente com esses eventos, os 

estrategistas brasileiros também foram influenciados pelas teorias de Giulio Douhet, Billy 

Mitchell e Hugh Montague Trenchard.

O primeiro manifesto público para criar um serviço aéreo militar integrado surgiu em 1928, 

quando um major do exército chamado Lysias Rodrigues escreveu um artigo chamado 

Uma necessidade premente: o Ministério do Ar. Dois anos mais tarde, a Missão Militar 

Francesa, trabalhando para o Exército Brasileiro, deu os primeiros passos para organizar 

um braço aéreo nacional. A ideia recebe maior apoio quando um grupo de aviadores 

brasileiros vieram da Itália em 1934 e explicaram as vantagens de se ter uma aviação 

militar unificada.

Um dos principais defensores do plano para criar uma força aérea independente foi o então 

presidente Getúlio Vargas. Ele organizou um grupo de estudos no início de 1940 e toda a 

estrutura do Ministério da Aeronáutica foi criada no final desse ano. Esta nova agência 

governamental era a responsável por todos os aspectos da aviação civil e militar, incluindo 

regulação, infraestrutura e organização
A FAB na Segunda Guerra Mundial - Aviação de Patrulha


Com a entrada do Brasil na guerra, foi necessário reorganizar as forças armadas com grande urgência.
Até aquele momento, a aviação militar no país estava dividida entre o corpo de aviação da marinha e o corpo de aviação do exército. Em 1941, o Presidente Vargas assinou o decreto que criava a Força Aérea Brasileira e que ordenava que todas as aeronaves pertencentes às duas armas deveriam ser transferidas imediatamente para a nova força.
A nova força já nasceu com uma árdua missão de patrulhar a costa do país. Missão para a qual na maioria das vezes só dispunha de biplanos Waco. Aos poucos a FAB começou a receber aeronaves mais modernas das que tinha a disposição. A começar pelos AT-6 que seriam fundamentais para o adestramento de novos pilotos e também para missões de patrulha armada da costa. Ao mesmo tempo, algumas aeronaves oriundas da PANAM e da Panair do Brasil foram requisitadas para a aviação de transporte, se somando a outras vindas dos Estados Unidos como os Lockheed Lodestar e Electra. O Brasil também recebeu alguns B-25 Mitchell novos e seminovos que logo se engajaram na patrulha da costa.
Nesse meio tempo, a FAB já estava operando aeronaves muito mais modernas das que tinha quando fora criada. Algumas desta passariam a fazer parte da cultura aeronáutica nacional nos anos futuros. Uma destas aeronaves era o PBY-5 Catalina. Um hidroavião que apesar de ter um projeto ainda dos anos 30, era um dos melhores tipos já construídos para esse tipo de missão.

Decreto de Criação da FEB’

FEB: “Verás que um Filho Teu Não Foge A Luta!”.
Em 09 de agosto de 1943, a Portaria Ministerial Nº 4744, criava a Força Expedicionária Brasileira – FEB. Tinha início naquele momento a mais briosa ação que uma nação ruralizada e subdesenvolvida iria empreender para formar uma tropa combativa contra aqueles que eram considerados os melhores soldados do mundo.
A Força Expedicionária Brasileira, conhecida pela sigla FEB, foi a força militar brasileira de 25.334 homens que foi responsável pela participação brasileira ao lado dos Aliados na Campanha da Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Constituída principalmente por uma divisão de infantaria, historicamente é considerada o conjunto de todas as forças militares brasileiras que participaram daquela campanha. Distintivo da FEB, 1944. Nome dado à força militar brasileira constituída em 9 de agosto de 1943 para lutar na Europa ao lado dos países Aliados, contra os países do Eixo, na Segunda Guerra Mundial. Integrada inicialmente por uma divisão de infantaria, a FEB acabou por abranger todas as tropas brasileiras envolvidas no conflito.
Atuação da FEB na Segunda Guerra Mundial

A FEB foi composta por 25 mil jovens brasileiros, transformados em soldados-cidadãos para combater as forças do Eixo na campanha da Itália, entre 1944 e 1945, a única força combatente da América Latina na Europa. “Com a convocação para a FEB, mais de 20 mil famílias foram diretamente afetadas pela guerra”, diz o pesquisador. A proposta de sua criação surgiu em meados de 1943 como um grandioso projeto governamental, que pretendia colher resultados estratégicos, modernizar o Exército brasileiro e adquirir experiência necessária para lutar contra inimigos internos e externos, imaginários ou não, segundo os militares.
“A FEB foi o núcleo de um projeto político que deveria fortalecer as Forças Armadas e dar ao Brasil uma posição de importância global como aliado dos Estados Unidos. O problema foi fazer os americanos pensarem o mesmo”, explica Letícia Pinheiro, professora do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio. “No auge de seu esforço de guerra, os Aliados não queriam um parceiro que precisava ser vestido, alimentado, treinado e municiado, como o Brasil, e tentou-se desestimular as pretensões brasileiras. Mas o governo de Vargas insistiu no envio de uma força expedicionária para melhorar sua posição internacional na mesa de negociações do pós-guerra”, afirma o historiador Francisco César Ferraz, professor da Universidade Estadual de Londrina. As Forças Armadas, porém, não estavam preparadas para organizar uma expedição e os poucos oficiais com experiência de combate tinham lutado pela última vez em 1932. “A instrução do Exército era baseada na doutrina militar francesa de 1914, já ultrapassada, uma abordagem científica da guerra que, na Itália, se chocaria com uma realidade de incertezas, de necessidade de improvisação e de rápida tomada de decisões pelos oficiais”, diz Campiani.
Fonte:

sábado, 1 de agosto de 2015

Significado das Siglas- FAB & FEB.

A FEB – Força Expedicionária Brasileira foi uma força militar do Brasil que lutou na Segunda Guerra Mundial, mais precisamente na Itália. A força teve como lema “A cobra está fumando” já que havia um ditado popular na época que dizia que era mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na guerra.
Ela foi criada em 1943 e extinta em 1945, ou seja, teve função pontual de atuar no conflito apenas e saiu vitoriosa junto com os aliados, embora o conceito de vitorioso em uma guerra nem sempre é uma expressão feliz, pois a guerra é um horror. Contudo os aliados conseguiram deter o ditador Adolf Hitler e seus aliados.


FAB – Força Aérea Brasileira
Já a sigla FAB significa Força Aérea Brasileira e é o braço aéreo das forças armadas no Brasil subordinada ao Ministério da Defesa. Tem a missão de defender a pátria, especialmente o espaço aéreo brasileiro.



Canção do Expedicionário


Hino do Aviador - FAB


Vídeo informativo - História da FAB!


Durante o Estado Novo (1937 – 1945), o governo brasileiro viveu a instalação de um regime ditatorial comandado por Getúlio Vargas. Nesse mesmo período, as grandes potências mundiais entraram em confronto na Segunda Guerra, onde observamos a cisão entre os países totalitários (Alemanha, Japão e Itália) e as nações democráticas (Estados Unidos, França e Inglaterra). Ao longo do conflito, cada um desses grupos em confronto buscou apoio político-militar de outras nações aliadas.

Com relação à Segunda Guerra Mundial, a situação do Brasil se mostrava completamente indefinida. Ao mesmo tempo em que Vargas contraía empréstimos com os Estados Unidos, comandava um governo próximo aos ditames experimentados pelo totalitarismo nazi-fascista. Dessa maneira, as autoridades norte-americanas viam com preocupação a possibilidade de o Brasil apoiar os nazistas cedendo pontos estratégicos que poderiam, por exemplo, garantir a vitória do Eixo no continente africano.

A preocupação norte-americana, em pouco tempo, proporcionou a Getúlio Vargas a liberação de um empréstimo de 20 milhões de dólares para a construção da Usina de Volta Redonda. No ano seguinte, os Estados Unidos entraram nos campos de batalha da Segunda Guerra e, com isso, pressionou politicamente para que o Brasil entrasse com suas tropas ao seu lado. Pouco tempo depois, o afundamento de navegações brasileiras por submarinos alemães gerou vários protestos contra as forças nazistas.

Dessa maneira, Getúlio Vargas declarou guerra contra os italianos e alemães em agosto de 1942. Politicamente, o país buscava ampliar seu prestígio junto ao EUA e reforçar sua aliança política com os militares. No ano de 1943, foi organizada a Força Expedicionária Brasileira (FEB), destacamento militar que lutava na Segunda Guerra Mundial. Somente quase um ano depois as tropas começaram a ser enviadas, inclusive com o auxílio da Força Aérea Brasileira (FAB).

A principal ação militar brasileira aconteceu principalmente na organização da campanha da Itália, onde os brasileiros foram para o combate ao lado das forças estadunidenses. Nesse breve período de tempo, mais de 25 mil soldados brasileiros foram enviados para a Europa. Apesar de entrarem em conflito com forças nazistas de segunda linha, o desempenho da FEB e da FAB foi considerado satisfatório, com a perda de 943 homens.